Por Gisele Ramalho

Neste  25 de Julho comemora-se o Dia Nacional do Escritor, e neste caso nos referimos àqueles que se dedicam -simplesmente- às palavras escritas; sejam em textos científicos, poéticos, culturais, fictícios etc. Há mais de 50 anos, houve a instituição da data comemorativa pela UBE – União Brasileira de Escritores; a ideia da homenagem surgiu com o I Festival do Escritor Brasileiro, na década de 60, pelo então presidente da UBE, João Peregrino Júnior, e seu vice, Jorge Amado.

Desde então, a data resgata a habilidade de entreter -através da escrita- e ir além de conhecimentos gramaticais e ortográficos; celebra aquele que consegue coordenar ensinamentos de escola, com ensinamentos de vida, envolvendo também criatividade, conhecimento e sentimento.

Dia do Escritor | Serendipitys

Foto: rinaris-sanctuary.tumblr.com/

 Já parou pra pensar quão escritor você é? Veja bem, nos conceitos da palavra está:

“1. Aquele que escreve.

2. autor de obras literárias, culturais, científicas etc.”

Dessa forma, logicamente, torna-se claro que somos escritores e acima de tudo autores da própria vida. Há quem defenda que os escritores são somente aqueles que publicaram algo, mas pense bem: quem é que não tem nada publicado hoje em dia? Facebook, Twitter, Instagram… E tantas outras redes que empoderam sujeitos e disseminam pequenas obras provindas do dia a dia. Meros trechos de crônicas (com opção de ilustração!).

Cada escritor tem a sua trajetória para o reconhecimento, mas para ajudar na orientação desses caminhos, os paulistanos contam com o Centro de Apoio ao Escritor (CAE) na Casa das Rosas. A proposta é contribuir para a formação dos autores, oferecendo cursos, oficinas, palestras, fóruns, simpósios e saraus com escritores profissionais do mercado.

As atividades são gratuitas, e todo o programa também proporciona o estímulo à criatividade na prática escrita; para um acompanhamento mais completo e aproximativo, o site do CAE também oferece diversas ferramentas.

Por fim, felicitamos todos os escritores que se dedicam à prática, transformando desde pequenos momentos até vidas inteiras, seja de forma literária, jornalística, científica, fictícia, etc. Nosso querido Jorge Amado bem disse:

“Pobres dos escritores que não se deram conta disso: escrever é transmitir vida, emoção, o que conheço e sei, minha experiência e forma de ver a vida.”